sábado, 23 de outubro de 2010

Ratos:Doenças transmitidas por roedores.

Serão citadas as principais doenças mais transmitidas ao homem, estão associadas à falta de saneamento básico e prevenção dos seus vetores, que serão citadas mais à frente. O homem na Idade das Trevas associava as moléstias “com a coisa do demônio” por motivo simples não sabia da existência das bactérias, vírus e vetores (conhecimento científico), a raiva foi associada a cães, gatos e roedores em 1804 a dados relacionando que esquistossomose (schistossoma mansoni) é transmitida através dos roedores, hoje na sociedade moderna não a casos de tantas mortes, mas continua matando.

Febre da mordida do rato (Spirillum minus)

Alimento contaminado por fezes de roedores.
Fonte: Focus S.P, Controle de ratos em áreas urbanas,
São Paulo: FOCUS S.P, pág: 4, nº32.2002.
São microrganismos que penetram no tecido através da mordida do rato, causando aparecimento, de mancha avermelhada, sensíveis e dolorosos, se não for tratado pode causar a morte, mas a mortalidade é baixa seu período de incubação e 18 a 24 horas em uma temperatura de 37°C com enriquecimento, com sangue se desenvolver mais rápido. Não profilática conhecida então se deve evitar o contacto com estes animais, não é transmitida pessoa a pessoa somente ingestão de alimento contaminado com fezes de ratos (MICROBIOLOGIA, 1981).

Peste bubônica (Yersinia pestis)

Uma das doenças mais antiga que afligem a humanidade, transmitida pela Xenopsylla cheopsis conhecida na idade das trevas com peste negra, que matou milhões de pessoas na Europa e na Ásia, foi uma doença terrível (MICROBIOLOGIA, 1981).

Pintura ilustra pânico da Peste bubônica

Salmonelose (Salmonella typhi)

Forma de transmissão de Salmonelose.
fonte: minístério Público da Bahia.
Abatedouros clandestinos de aves.
São Paulo.2010
É uma doença infecciosa aguda é clinicamente caracterizada por uma febre continua, inflamação intestinal formação de úlceras no intestino, esplenomegalia , erupção típicas no abdómen, incubação usual é de 10 a 14 dias é diagnosticado com isolamento do agente causal nas fezes e no sangue e a aglutinação especifica. O primeiro ataque confere imunização duradoura, sedo rara uma segunda infecção na mesma pessoa, pode sobreviver no ambiente hostil por uma semana, a transmissão acontece por alimento contaminado.  (MICROBIOLOGIA, 1981).

Leptospirose (leptospira interrogans)

São espiroquetas finas medindo de 6 a 20 μm de comprimento são bactérias aeróbicas apresentam uma faixa térmica de crescimento de 20 a 37°C. Sintomas: desenvolvem em 1 a 2 semanas após a infecção compreendem calafrios, febre alta, cefaleia, dores musculares e articulares as complicações são lesão renal, icterícia e anemia hemolítico não tratada pode levar a morte.Os transmissores são gatos cães, ratos e camundongos que eliminam, Leptospirose pela urina, aumentas chances de contaminação em período de chuvas que estão associados com enchentes,o controle é feito pela eliminação de colónia roedores (MICROBIOLOGIA, 1981).

Forma de transmissão da leptospirose.
Fonte: FOCUS S.P.
Controle de ratos em áreas urbanas,
 São Paulo: FOCUS S.P, pág: 4, nº32.2002

Autor: Herculano.A.A

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Ratos: Prejuízo Econômico.

Não a dados peculiares para este determinado assunto o que se sabe que grande maioria dos acidentes de avião é provocada por ratos preso na fuselagem atraída pelo cheiro do alimento. A outros casos em que roedores principalmente a Rataza entra na parte do motor se filtrando no estofamento do carro transformando em ninho e comendo toda parte elétrica (fios elétricos).

Em incêndio grande maioria das vezes em prédios (antigos sem conservação) e nas estações do mêtro por motivo como foi falada a cima come todo estrutura elétrica.

Locais com grande armazenamento de alimento a uma perda significativa de alimento este problema foi herdada da Roma antiga, ou seja, não dados concretos sobre perdas e danos causados por roedores estima-se 1 milhões de dólares por ano.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O que é Rato?

No dicionário Aurélio o significado, “Zool. Gênero de mamíferos roedores, murídeos, que apresentam os molares sempre cuspidados, sendo as cúspides dispostas em três séries em relação ao eixo longitudinal”.(Dicionário Aurélio), ou seja, animal que mama roer algo para manter seus dentes sempre pequenos, corpo flexível e dentes sempre cuspidos para frente.
A população sempre abusa do senso comum generalizando a palavra Rato a todos as espécies incluindo os morcegos por motivos da aparência entre si, existe 3.000 espécies de roedores incluindo as capivaras.

Canibalismo de Roedores
Rattus norvegicus Rattus rattus e Mus musculus são animais extremante desconfiado ao seu ambiente podendo ataca seu invasor de outras colônias ou predadores com pulos surpreendentemente altos, podendo até morder e urinar na cara do invasor, são animais que vive em colônia tendo macho e uma fêmea líder do bando, quando não oferece alimentação que supri suas necessária ocorre baixa natalidade, possível expulsão de indivíduos do bando ou canibalismo
com indivíduos mais fraco ou de outras colônias incluindo filhotes e de outras ninhadas, na obtenção de alimentos os roedores sempre deixa-o inexperiente provar o alimento se acontecer algo com animal(morrer) o “rato líder” urina em cima do alimento , se não acontecer nada e imitado por outros roedores.

Rattus rattus: menor que Ratazana pelos pretos mais ágil, peso entre 100 a 350 gramas, mede entre a cabeça e cauda e de 20 Cm a cauda varia entre 19 a 25 Cm, prefere locais secos, faz ninhos nos solos,entre as paredes, forro das casas e locais bem protegidos. As suas habilidades podem escalar qualquer tipo de obstáculos como canos, paredes porosas e fios a onde suas patas podem agarrar seu pulos são até 1,5 metros, podem cair até 25 metros sem sofre danos físicos, alimentação são à base de cereais em grão, nozes e vegetais,mas podem se alimentar de outra coisa incluindo carnes.
Rattus norvegicus: são animais mais desconfiados de todos, seu peso entre 150 a 600 gramas, mede entre a cabeça e cauda e de 22 Cm e cauda varia entre 16 a 25 Cm, sua patas tem membranas capazes de nadar, fazem ninhos em tocas entre prédios e nas margens de rios sua profundidade e de 1 metro.As suas habilidades podem nadar até 800 metros de distancia podem ocorrer casos desses animais aparecerem em vasos sanitários podem saltar muros com facilidades.
Mus musculus: são animais menos desconfiados entre as, duas, espécies relacionadas anteriormente, pequenas porte medem entorno de 9 cm a cauda varia de 7 a 11 cm, as orelhas são maiores em relação ao corpo. Seu hábito alimentar é à base de cereais, mas consome qualquer alimento disponível vivem em residências e estabelecimentos comerciais, as tocas são feitas em gavetas ou locais bem protegidos.

autor: Herculano.A.A

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Brasil quer US$ 1 bi por ano para preservar biodiversidade.

O Brasil vai pressionar os países ricos para obter recursos em torno de US$ 1 bilhão por ano destinados à preservação da biodiversidade. A negociação começará a partir desta segunda-feira e vai até o dia 29, durante a décima edição da Conferência das Partes sobre Biodiversidade (COP-10), em Nagoya, no Japão. O governo brasileiro ainda pretende defender a cobrança de royalties pelo uso de recursos vegetais e animais e exigir metas globais mais específicas contra a perda da biodiversidade.
Na COP-10, representantes de 193 países estarão reunidos para avaliar as metas de preservação ambiental assumidas para este ano e definir quais serão os próximos objetivos até 2020. O discurso da comissão brasileira é que é preciso ir além das metas e definir ações claras para atingi-las. "Não adianta só repassar aos países em desenvolvimento a responsabilidade de preservar os biomas", afirma o diretor do Departamento de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João de Deus.
A comissão brasileira estima que seria necessário US$ 1 bilhão por ano, além de cooperação técnica, para ações efetivas de preservação no País. No entanto, a origem dos fundos é o impasse. "A União Europeia defendeu propostas fortes para reduzir a perda da biodiversidade, mas não assumiu compromissos para ajudar países em desenvolvimento com aportes significativos de recursos financeiros", afirmou o secretário de Biodiversidade e Florestas da pasta, Bráulio Dias. "É possível aumentar o apoio financeiro para medidas de adaptação e mitigação, a exemplo do que aconteceu com a questão climática", disse.
Países ricos e industrializados, onde a diversidade biológica já foi reduzida severamente, divergem sobre financiar a preservação nos países emergentes. Japão, Itália, Alemanha e Canadá alegam que os países em desenvolvimento devem buscar fontes próprias para as ações, com recursos públicos, de organizações não-governamentais (ONGs) e do setor privado.

Royalties

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, um foco do Brasil na COP-10 está na regulação do pagamento, por países desenvolvidos, de royalties gerados pelo comércio de produtos que utilizam matérias-primas provenientes de recursos genéticos das nações em desenvolvimento.
Se o protocolo de acesso e repartição de benefícios dos recursos genéticos, ou Protocolo de ABS (na sigla em inglês, "Access and Benefit Sharing"), for aprovado, empresas e grupos farmacêuticos, cosméticos e agrícolas, por exemplo, teriam obrigações claras para o repasse de recursos financeiros a povos e comunidades detentores de conhecimentos tradicionais relacionados a plantas e animais.

Painel da biodiversidade

O encontro no Japão vai definir ainda a criação de um painel científico para reunir pesquisas sobre a biodiversidade e os impactos de sua devastação. A Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ambientais (IPBES, na sigla em inglês) será equivalente ao Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) das Nações Unidas.
O Brasil se candidatou a abrigar a sede da nova organização internacional e vai precisar de mais jogo de cintura para alcançar o objetivo. "Isso não está na nossa pauta oficial para a COP-10, mas o Brasil pode pleitear ser a sede do IPBES devido à sua condição de país megadiverso", afirma o diretor do Departamento de Florestas. Ele se refere à liderança brasileira no grupo dos países megadiversos (17 nações que detêm a maior taxa de biodiversidade do mundo).
Segundo o diretor, sediar o painel é importante porque dá ao País maior poder de condução política dos assuntos relacionados à preservação da biodiversidade. Isso inclui, por exemplo, políticas de financiamento a projetos ambientais. Até o momento, segundo João, nenhum país mostrou resistência à possibilidade do Brasil sediar o IPBES, e alguns vizinhos da América Latina até já se mostraram favoráveis. "Mas não podemos ser ingênuos. Os países do Hemisfério Norte e sedes dos principais centros de pesquisa também têm interesses (em sediar o painel)", avaliou João de Deus. Ele acrescentou que os primeiros dias da COP-10 servirão como um termômetro para essa aspiração brasileira.
fonte: estadão.com.br

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Catadores do Cairo usam o lixo para conseguir luz e água quente.

Projeto de uma ONG em uma favela na capital do Egito utiliza material reciclado para fazer placas solares e aquecer a água


Cairo - Eles vivem com menos de um dólar por dia, não têm emprego nem comida e às vezes sequer água ou eletricidade e, no entanto, construíram em seus tetos tecnologia sustentável de primeira qualidade com a única coisa que têm de sobra: o lixo.Alguns moradores da comunidade de Zabbaleen ("catadores de lixo", em árabe) construíram aquecedores solares com materiais recicláveis que proporcionam a eles água limpa e quente.Assim, para os habitantes deste bairro, tornou-se coisa do passado aquecer água na estufa ou com querosene, que anualmente causam a morte de 30 pessoas por acidentes.
O autor intelectual - e principal executor - dessa ideia é o cientista americano Thomas Culhane, apaixonado pela criação de cidades sustentáveis, que se mudou para a favela do Cairo há quatro anos para iniciar o projeto."Preparamos eco-comunidades que possam produzir soluções de água, energia, resíduos sólidos e que as pessoas sintam isso em seus ossos e mãos, que o vivam todos os dias", enfatiza Culhane à Agência Efe.
A missão de sua ONG, Solar Cities, se limita a diminuir as despesas em energia e resíduos nas áreas dos lares que mais os produzem - banheiros e cozinhas.
A tecnologia é tão simples que até "uma criança de dois anos pode fazê-lo. Com a ajuda do pai, claro", ressalta Culhane, enquanto olha a foto de seu filho com uma chave de fenda na mão.
As 17 placas solares já instaladas no bairro, construídas com canos de ferro e chapas de alumínio de latas recicladas, aquecem a água que percorre os canos e a enviam a um tanque conectado com mangueiras e válvulas, também extraídas do lixo.
Um efeito de sifão faz com que a água quente se acumule no alto do tanque e que a água fria saia por baixo para entrar novamente no coletor solar.
"Não é uma tecnologia que veio de mim, mas saiu da própria comunidade. Carpinteiros, encanadores, eletricistas, soldadores e artesãos. Todos cooperaram com ideias", explica o físico.
O benefício é que, com um só dia de "bom sol" - coisa que não falta no Cairo ao longo do ano -, uma família pode ter 200 litros de água quente sem gastar um só centavo.
O projeto na comunidade de Zabbaleen, onde vivem cerca de 50 mil pessoas entre montanhas de lixo, não termina por aí, já que em alguns lares também foram construídos sistemas que permitem obter gás a partir da decomposição dos resíduos orgânicos.
"O maior problema das cidades é o lixo orgânico", ressalta Culhane. No entanto, segundo ele, com esses biodigestores, os resíduos desaparecem, "evitando odores, doenças e ratos".
"É ótimo que as pessoas falem da mudança climática e de controlar seus efeitos, mas com isso nós estamos salvando vidas", argumenta Culhane, ao dar o exemplo de seu principal colaborador, Hanna Fathy, cuja sobrinha de um ano de idade foi devorada pelos ratos.
A casa de Fathy - um egípcio de 27 anos -, localizada na comunidade Zabbaleen, na zona de Manshiyat Nasser, pode ser comparada aos lares sustentáveis dos países mais desenvolvidos.
Com seu sistema de aquecedores solares, a família tem água quente todos os dias. O biodigestor proporciona uma hora de gás ou 45 minutos de eletricidade. Além disso, a família se dá o luxo de ouvir música na rádio."Gosto de mostrar às pessoas todos os benefícios que o sol pode nos dar com uma tecnologia barata que eles mesmos podem construir", afirma Fathy, que vive dos chamados "tours solares", oferecido pela Solar Cities em seu site ("solarcities.blogspot.com").
Para Culhane, o Egito tem "os profissionais, os recursos e a criatividade" para resolver suas principais necessidades. "Só é preciso que comecemos a mudar de mentalidade".
E ele promove essa mudança de uma maneira mais que original. Com seu violão solar e suas próprias composições, Culhane faz os Zabbaleen cantarem músicas pegajosas: "É hora de mudar o biogás!"


Fonte: http://www.exame.com.br/

domingo, 10 de outubro de 2010

Ratos: História natural para meio urbano

Ratos sempre estiveram presentes na natureza, mas devidamente controlado por seus predadores só ser tornou praga com intervenção humana, devido mudança de habitat , facilidade de obtenção de alimento, abrigo e transporte.
Com isso trouxe varias doença como a Peste bubônica que quase acabou com civilização na idade das trevas por volta do ano 1347 trazido por navios que atracarão nos portos italianos com marinheiros doentes proliferando por toda Europa, em 542 D.C estourou-se um surto de peste no Egito espalhou para oeste para norte da África e leste da Palestina e Síria por fim afectando todo império Romano.Algumas pessoas só sobreviveram devido a um Gene mutante chamado DELTA-32(que protegia da infestação dessa bactéria).
Chegou ao Brasil por volta do ano 1500 quando foi descoberto pelos portugueses, trazendo uma espécie exótica clandestinamente pelo porão das caravelas com ou nenhum predador natural se tornando uma praga isso se repetiu por todas colónias.
Na literatura foi alvo de muitos escritores como, por exemplo, Romeu e Julieta por Shakespeare, Flautista de Hamelin escrito por Robert Browing, Mickey Mouse da Disney e Tom e Terry pela Hanna Barbera .
Alguns povos da Ásia os ratos são adorados como deuses, na mitologia chinesa, Rato e muito associado a negócios e riqueza cada ano e gerenciado por um Animal.O primeiro controle foi à ratoeira que foi primeira mente utilizada na Grécia antiga 600 A.D e utilização de gato semidomesticado outro métodos foram utilizado mas muitas vezes caras ou sem eficácia . Na Segunda Guerra mundial foram utilizados venenos para conter um surto de ratos que estava transmitido doença aos seus soldados ambos os lados o que teve maior avanços de pesquisa foram os alemães como utilização para armas químicas, Raticida teve muitos avanços devido ao prejuízo económico devido a esta praga.

Fonte: Autoria própria

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Educação Ambiental na Escola Pública

Educação Ambiental na Escola Publica tendo como missão conscientizar a população sobre os efeitos da poluição e formas de preveni-los, um instrumento de construção da cidadania partindo do principio de respeito às diversidades natural e cultural compromisso com a qualidade de vida atual e futura.
“Educação” sugere que se trata de uma troca de saberes e “ambiental” tempera essa relação inserindo a percepção sobre a natureza e a forma como os humanos.Educação Ambiental é uma das vocações da educação que se inspira tanto nos valores de respeito e todas formas de vida e de solidariedade, tem uma identidade dentro do processo educativo.
“Cidadania” e entendida aqui como o envolvimento individual na esfera pública atuantes partir de um “aprendizado de convivência” a tolerância deve prevalecer como um valor que permite o convívio civilizado num contexto de diversidade. Educação Ambiental tem contribuir para a mudança desse contexto se a convivência cotidiana permitir a participação tanto de professores como dos alunos na construção do seu saber e estabelecer canais de conexão com a realidade fora da escola.
Participação é a chave para criar condições para que alunos e professores se sintam motivados a trabalhar procedimentos didáticos que estimulem a corresponsabilidade e o espírito cooperativo.
Busca alinhavar não só conhecimentos, mas também valores e atitudes, fogem do padrão não tratam sós da relação dos educadores com o conhecimento (conteúdo), mas também da abordagem do conhecimento (metodologia) nova forma de compreender o mundo provocou questionamentos dos paradigmas do conhecimento.
“Saber” perspectiva de acumulo de informações fragmentadas do saber cientifica a valorização da razão em detrimento de outras sensibilidades, a escola sempre tratou o conhecimento como acúmulo de informações dificultando na vida prática que dividiu em especialidades.
“Temas transversais” não dão conta das necessidades de compreensão de temas que estão presentes no cotidiano, como violência, preconceito, saúde e ambiente foi formulado uma longa crítica do ensino tradicional indicou a esterilidade das disciplinas.
“PCNs” incorporam os tema transversais nas disciplinas convencionais conteúdos instrumentos função da educação é formar cidadãos.

Conclusão

No meu conceito de educação na escola precisa ser melhorada e aprimorada.
A educação básica que é à base da “sociedade” que desenvolve a cidadania, voluntariado e profissionalismo. O aluno de modo geral está preocupado em terminar a aula e passar de ano para o professor faltam recursos para supri suas necessidades, não tem coordenação pedagógicas e falta valorização profissional do próprio educador.
Se for colocada “Educação Ambiental” nas escolas publicas vai ser um “desastre”, já “Educação Básica” falta meta e disciplina. Só e possível em lugares que o problema é visível, não a onde é oculto e tem que ter um investimento do lado público e social.
É possível educar aluno no conceito ambiental? “Sim” só que precisar de recursos para que isso ocorra.

Autoria própria.

Resumo Historia Ambiental no Brasil

Para compreender meio ambiente atual precisamos entender sua historia. Nossa civilização sobre põem exploração de recursos naturais para suprir a suas necessidades de sobrevivência e desenvolvermos nossa crença que nossa natureza portadora de riqueza infinita e inesgotável como isso acarretou desaparecimento de muitas espécies.
Deste a colonização do Brasil até a república não perdemos velhos conceitos e hábitos como “mato não é progresso “ crescimento desordenado das grandes ou mega cidades e etc.
Aonde extraímos todas nossas necessidades de consumos, modificamos nosso padrão de vida a gerações de acordo com nossa necessidade de vida.
O estudo do passado e importante para que possamos a compreender o que acarretará no nosso futuro precisamos de professores mais qualificados sempre se renovando com os temas transversais.
Com isso teremos uma sociedade mais democrática a onde, podemos exercer uma cidadania mais objetiva do que no passado.

fonte: historia ambiental no Brasil

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Roedores e o Mundo

Existe aproximadamente 3.000 espécies de roedores incluindo as capivaras, os morcegos não pertencem a esta classe. Pode ser encontrado até duas espécies de roedores no mesmo local a uma grande diferencia entre si. Exemplo disto e a Ratazana podem ter 28 dias de período de gestação, tempo de vida de dois anos em relação às outras duas espécies de roedores.
Desde os primórdios da civilização até dias atuais é combatida esta praga tanto por método físico e químico. Não a dado concretos, mas estima-se prejuízo de milhões na agricultura nos centros urbanos o serviço e ineficiente por mudança de contrato entre a gestão das prefeituras.
Doenças causadas por roedores nos dias atuais não inflige tanto como na idade das trevas que morriam milhões de pessoas era associado geralmente por lendas e mitos exemplo: diabo, pecado etc. Nos dias atuais a ciência avançou algumas espécies de roedores são usados para rastrear minas na angola depois da guerra civil

Uma nova aliança com a natureza

Artigo publicado no Jornal do Brasil, assinado pelo Frei Leonardo Boff.

(...)

Há uma tradição transcultural que apresenta o comportamento de certos animais ou aves como exemplar para os comportamentos humanos. Nisso vai intuição antiga que a ciência dos comportamentos comprovou: existem em nós traços herdados de animais ou aves, pois, embora diferentes, formamos com eles uma única comunidade de vida.

Observemos como as águias voam. Elas voam de forma toda própria. Usam a própria força apenas para iniciar o vôo. Batem as asas e forcejam para ganhar certa altura. Uma vez alcançada, aproveitam a força dos ventos e se deixam carregar por eles. Possuem um instinto muito apurado para captar correntes de ar e sabem tirar proveito delas. Se há apenas brisa leve, elas flutuam suavemente. Se irrompem ventos fortes, elas usam da força deles para voar bem alto e deslocar-se com grande velocidade. Apenas manejando à esquerda e à direita suas enormes asas que podem chegar a mais de dois metros de diâmetro.

Bem diferentes são as galinhas. Quando estão excitadas ou se põem a correr, batem muito as asas, fazem grande barulho mas voam apenas alguns metros.

Apliquemos a sabedoria das águias aos nossos comportamentos. Nós não sabemos entrar em sintonia com a natureza. De saída, rompemos com ela em nosso afã de dominá-la com violência e colocá-la a nosso serviço. Não nos harmonizamos com seus ritmos. Ao contrário, ela tem que obedecer aos ritmos que lhe impomos. Este paradigma está na base de nossa civilização hoje globalizada. Trouxe-nos incontáveis benefícios, mas nos exilou da Terra e nos fez inimigos da natureza. Este projeto de dominação, entretanto, sem limites internos, pode tornar-se altamente perigoso. Ele tem depredado a infra-estrutura da vida a ponto de pôr em risco o futuro da biosfera e da espécie humana.

Por isso, mais e mais pessoas hoje procuram uma nova aliança com a natureza. Assim nasceu a agroecologia que implica produzir interagindo respeitosamente com ela. É ilusório um crescimento econômico à la agronegócio que mata e desmata. Importa conhecer os ritmos da floresta amazônica e utilizar tecnologias adequadas a esses ritmos. Só assim se preserva a natureza e se colabora com ela para que continue a nos dar seus bons frutos. Dito de outro modo: importa moderar a lógica de nossa vontade e fazê-la combinar-se com a lógica objetiva da natureza, a exemplo da águia em seu vôo.

Nosso comportamento é construtivo quando nasce do equilíbrio entre o nosso desejo e o desejo inscrito na natureza. Sábia é a pessoa que capta as duas lógicas, a das coisas e a do eu, se harmoniza com elas e as faz convergir. Imatura é a pessoa e atabalhoado é seu comportamento quando só escuta o próprio eu e a toda hora diz: "eu sei, eu quero, eu decido, eu faço" não escutando a voz da natureza como se ela nem existisse. A tradição do Tao ensina que a pessoa só se sente plena e realizada quando sua obra imita o vôo das águias: trabalha junto com a natureza e jamais contra ela. Caso contrário, sempre há uma réstea de vazio e um sabor amargo de implenitude.

Precisamos desinflar o eu e enraizá-lo na natureza. O eu e a natureza formam um todo dinâmico sempre em busca de um difícil equilíbrio. Ambos, cada qual com sua singularidade, devem permanentemente atuar juntos como garantia de uma vida equilibrada e discretamente feliz.

sábado, 2 de outubro de 2010

Tratar esgotos e reciclar água - a grande solução

Na economia da água, o grande vilão é mesmo a poluição municipal e industrial! Será que existe solução "mágica" para isso?


Não existem soluções mágicas para a poluição dos rios: existe tecnologia! Desde as mais simples e pouco dispendiosas, como os tanques sépticos, os biodigestores, as lagoas de estabilização e mesmo os valos de oxidação, até os mais sofisticados e "compactos", como os sistemas de lodos ativados. E há também o mais antigo de todos, ainda hoje usado em muitos países, que é a fértil irrigação, ou disposição dos esgotos em solos agrícolas e pastagens. Cada um desses sistemas tem a sua aplicação, dependendo do tamanho da população, área disponível, topografia, clima etc. Todos eles são, porém, igualmente eficazes. Naturalmente, os mais baratos, exigem áreas maiores e consomem apenas energia solar; os mais "compactos" são mais mecanizados e consomem mais energia elétrica.

Os efluentes dessas instalações, isto é, os "esgotos tratados", algumas vezes são lançados de volta aos rios. Mas há muitas outras aplicações para eles. Podem, por exemplo, ser utilizados em irrigação. Ou podem servir para o abastecimento industrial, ou para produzir vapor, nas usinas termo-elétricas. Assim, a reciclagem das águas usadas pode constituir um recurso fabuloso para a economia de água. Imagine se isso fosse feito - como já se pensou - com os esgotos da Grande São Paulo: 50 metros cúbicos por segundo, na irrigação de florestas, para produção de madeira e celulose!

Mas há reciclagens em menor escala, que podem ser praticadas no ambiente de uma fábrica, ou até doméstico! Atualmente, o volume total do rio Tamanduateí, na Grande São Paulo, é usado e reutilizado mais de dez vezes pelas indústrias localizadas na sua bacia! Mas você já pensou na possibilidade de usar a água empregada no banho para a descarga hidráulica do vaso sanitário, em vez de usar água potável, que foi tratada com cloro, flúor e tudo mais? Ou a água despejada pela máquina de lavar roupas, para a limpeza do quintal, ou do automóvel?

É bom pensarmos nisso... ou morreremos de sede às margens dos maiores mananciais do mundo!

Artigo publicado no Jornal do Brasil, assinado pelo Frei Leonardo Boff.

(...)

Há uma tradição transcultural que apresenta o comportamento de certos animais ou aves como exemplar para os comportamentos humanos. Nisso vai intuição antiga que a ciência dos comportamentos comprovou: existem em nós traços herdados de animais ou aves, pois, embora diferentes, formamos com eles uma única comunidade de vida.

Observemos como as águias voam. Elas voam de forma toda própria. Usam a própria força apenas para iniciar o vôo. Batem as asas e forcejam para ganhar certa altura. Uma vez alcançada, aproveitam a força dos ventos e se deixam carregar por eles. Possuem um instinto muito apurado para captar correntes de ar e sabem tirar proveito delas. Se há apenas brisa leve, elas flutuam suavemente. Se irrompem ventos fortes, elas usam da força deles para voar bem alto e deslocar-se com grande velocidade. Apenas manejando à esquerda e à direita suas enormes asas que podem chegar a mais de dois metros de diâmetro.

Bem diferentes são as galinhas. Quando estão excitadas ou se põem a correr, batem muito as asas, fazem grande barulho mas voam apenas alguns metros.

Apliquemos a sabedoria das águias aos nossos comportamentos. Nós não sabemos entrar em sintonia com a natureza. De saída, rompemos com ela em nosso afã de dominá-la com violência e colocá-la a nosso serviço. Não nos harmonizamos com seus ritmos. Ao contrário, ela tem que obedecer aos ritmos que lhe impomos. Este paradigma está na base de nossa civilização hoje globalizada. Trouxe-nos incontáveis benefícios, mas nos exilou da Terra e nos fez inimigos da natureza. Este projeto de dominação, entretanto, sem limites internos, pode tornar-se altamente perigoso. Ele tem depredado a infra-estrutura da vida a ponto de pôr em risco o futuro da biosfera e da espécie humana.

Por isso, mais e mais pessoas hoje procuram uma nova aliança com a natureza. Assim nasceu a agroecologia que implica produzir interagindo respeitosamente com ela. É ilusório um crescimento econômico à la agronegócio que mata e desmata. Importa conhecer os ritmos da floresta amazônica e utilizar tecnologias adequadas a esses ritmos. Só assim se preserva a natureza e se colabora com ela para que continue a nos dar seus bons frutos. Dito de outro modo: importa moderar a lógica de nossa vontade e fazê-la combinar-se com a lógica objetiva da natureza, a exemplo da águia em seu vôo.

Nosso comportamento é construtivo quando nasce do equilíbrio entre o nosso desejo e o desejo inscrito na natureza. Sábia é a pessoa que capta as duas lógicas, a das coisas e a do eu, se harmoniza com elas e as faz convergir. Imatura é a pessoa e atabalhoado é seu comportamento quando só escuta o próprio eu e a toda hora diz: "eu sei, eu quero, eu decido, eu faço" não escutando a voz da natureza como se ela nem existisse. A tradição do Tão ensina que a pessoa só se sente plena e realizada quando sua obra imita o vôo das águias: trabalha junto com a natureza e jamais contra ela. Caso contrário, sempre há uma réstea de vazio e um sabor amargo de implenitude.

Precisamos desinflar o eu e enraizá-lo na natureza. O eu e a natureza formam um todo dinâmico sempre em busca de um difícil equilíbrio. Ambos, cada qual com sua singularidade, devem permanentemente atuar juntos como garantia de uma vida equilibrada e discretamente feliz.

fonte: Primeiro programa

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Os descartáveis e suas... virtudes!

A cada dia os produtores de “descartáveis” apresentam novas virtudes para os seus produtos. Entre elas, a higiene dos copinhos de café, que são eliminados sem a necessidade de serem lavados e fervidos; a desnecessidade de se perder tempo, água e sabão na lavagem de toalhas de linho, guardanapos, lenços, fraldas; o ganho de energia em não se ter que dar corda ao relógio, ou carregar a caneta com tinta nova... Afinal de contas, a água está muito cara, a energia mais ainda e o tempo é cada vez mais escasso... Todo esse “desgaste” pode ser largamente compensado pela compra diária de novos produtos em lugar de reutilizar monotonamente os tradicionais, durante anos a fio!
A mais recente dessas justificativas, de que tive conhecimento, é a da “leveza dos pets”, em que são acondicionados e transportados os refrigerantes. Sem dúvida, são, esses recipientes de plástico, melhores e menos vulneráveis que as cascas ou invólucros das próprias frutas naturais. E muito mais leves para serem carregados pelos caminhões do que as antiquadas garrafas de vidro. Somando-se a isso a eliminação da necessidade de serem os “cascos” de vidro tradicionais lavados e desinfetados, poderíamos facilmente chegar à espantosa conclusão de que também o caminhão que os transporta poderia ser jogado ao lixo e substituído por um novo, a cada viagem...
Esse hábito, ou essa prática quase obrigatória da descartabilidade progressiva já assume contornos de fenômeno psico-social de alto significado em relação à história de nossos costumes. Despojamo-nos de tudo o que é antigo, tradicional, ou que recorda hábitos, pessoas e episódios de outrora. Já não há sentido, para os nossos jovens, guardar ou apreciar – pelas recordações agradáveis ou históricas que nos traz à memória – uma xícara de fina porcelana, um cristal de fino lavor, um relógio suíço de delicado trabalho artesanal, uma toalha elaborada em fina renda... ou qualquer memória familiar, tradicional ou cultural. Tudo pode ser substituído: a moda, as festas regionais e comidas típicas, as comemorações sociais ou religiosas, ou até a família. Tudo o que é velho pode ser jogado ao lixo.
Como nas escavações arqueológicas, o lixo é a coisa mais valiosa que possuem as sociedades modernas!

Simonia

Chama-se simonia a prática de fazer comércio das coisas sagradas, como o Simão Mago da Bíblia, que pretendeu comprar ao apóstolo S.Pedro o dom de conferir o Espírito Santo.
Que coisa há, mais sagrada que os genes, os elementos celulares responsáveis pela transmissão dos caracteres distintivos de todos os seres vivos? As diminutas partículas moleculares que fazem de um cão um cão, de um ser humano um ser humano, alto ou baixo, com olhos azuis ou castanhos, com pendores para as artes ou para as ciências?
Enfim, aqueles elementos transcendentais do mais íntimo de nosso ser, que são responsáveis pela personalidade e identidade de cada pessoa? Vender um gene é vender uma alma!
Pois bem: os genes já estão à venda! Começam a ser comercializados, patenteados, catalogados e avaliados em dólares, de acordo com a sua importância em relação ao funcionamento de nossos corpos e mentes... Cada cientista que acerta na identificação de um deles, torna-se potencialmente proprietário do mesmo, podendo comercializá-lo!
A empresa norte-americana Myriad Genetics, que conseguiu identificar o gene BRCA1 (acrônimo de breast cancer, ou câncer da mama), obteve uma série de patentes internacionais que impedem o uso dos métodos de diagnóstico do câncer baseados nesse seqüenciamento genético.
Mesmo outros métodos alternativos de reconhecimento do gene mutante, desenvolvidos por institutos europeus, como o Instituto Pasteur da França, estão proibidos por esse privilégio: só a Myriad pode fazer ou autorizar o diagnóstico precoce de câncer dos seios por seqüenciamento genético!
Ocorre que o câncer da mama constitui uma das principais causas de mortalidade de mulheres em todo o mundo. O reconhecimento do gene mutante permite detectar o risco de câncer muito antes deste aparecer, o que, evidentemente, constituiria um avanço extraordinário nas medidas de proteção à vida humana... Se não fosse objeto da simonia de inescrupulosos vendilhões do Templo do Saber!

(Escrito em 17/abril/2002)